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Nosso plano é você

Antes de contratar, descubra se você está pagando a mais

Comparamos 68 planos de 46 operadoras e mostramos o que muda de verdade: rede, carência, coparticipação e reajuste. Sem letra miúda.

  • Análise de reajuste e rede antes de indicar
  • Tabela de preço por faixa etária, por escrito
  • Suporte depois da assinatura, não só na venda

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O problema

Três coisas que custam caro no plano de saúde

Não é o preço da mensalidade. É o que vem depois dela.

Reajuste que ninguém explica

Nos planos individuais a ANS define um teto: 5,11% no ciclo 2026–2027. Mas nos planos coletivos não existe teto. O aumento é negociado e pode passar de 25%. Quem não sabe disso assina sem comparar.

Hospital descredenciado

A rede muda. O hospital que você usava sai do contrato e o mais próximo fica longe. A mensalidade continua a mesma. Conferir a rede antes de assinar evita isso.

Pagar mais pelo mesmo plano

O mesmo perfil pode custar 40% a mais dependendo da operadora, da acomodação e da coparticipação. Comparar separa quem paga bem de quem paga caro.

Por perfil

Quanto custa em São Paulo

Faixas de referência do mercado em outubro de 2026. O valor final depende da idade, da rede e da coparticipação e muda a cada ciclo de reajuste.

Perfil Faixa etária Por vida / mês Observação
Individual / Familiar 35 anos R$ 600 a R$ 1.200 Contratação direta com a operadora. Reajuste anual regulado pela ANS.
MEI · 1 a 2 vidas 29 a 43 anos R$ 180 a R$ 300 Usa o CNPJ. Algumas operadoras exigem 2 vidas.
PME · 3 a 10 vidas 30 a 39 anos R$ 200 a R$ 420 Acomodação em enfermaria, cobertura ambulatorial + hospitalar.
PME · 11 a 29 vidas 30 a 39 anos R$ 220 a R$ 450 Mesma cobertura, com poder de negociação maior por volume.
Corporativo · 30 a 99 vidas Adultos R$ 350 a R$ 650 Hospitalar completo com rede nacional.
Sênior · 59+ 59 anos ou mais R$ 550 a R$ 1.100 Faixa com maior peso atuarial. Existem produtos específicos para 49+.

Referências de mercado levantadas em outubro/2026 para São Paulo Capital e Grande SP. Não é tabela oficial de operadora: o valor contrata­do é o da proposta vigente.

Rede credenciada

Quem tem mais hospital em São Paulo

São Paulo é o maior mercado do país, com cerca de 40 operadoras ativas. Rede é o critério que mais pesa na escolha.

1º SulAmérica 2.429 prestadores em SP 41 planos
2º Amil 1.226 prestadores em SP 90 planos
3º Omint 1.003 prestadores em SP 56 planos
4º Care Plus 1.002 prestadores em SP 14 planos

Comparativo de rede por número de prestadores credenciados no estado de São Paulo, 2026.

Operadoras

Com quem trabalhamos

Das maiores do país às regionais com rede forte no ABC e na Grande São Paulo.

Como funciona

O que a nossa análise entrega

  1. 1

    Diagnóstico do que você paga hoje

    Se você já tem plano, comparamos o valor atual com o que existe no mercado para o mesmo perfil e a mesma rede.

  2. 2

    Comparação lado a lado

    Rede, carência, coparticipação, reajuste e acomodação. Sem escolher por você, mostrando o que muda.

  3. 3

    Troca sem perder carência

    Quando é possível aproveitar as carências já cumpridas, explicamos como funciona e o que a operadora aceita.

  4. 4

    Acompanhamento depois da venda

    Reajuste anual, mudança de rede, inclusão de dependente e reclamação de negativa. É aqui que a maioria desaparece.

Onde atendemos

São Paulo e Grande SP

Atendimento remoto com análise da rede de cada cidade. O mesmo plano muda de preço e cobertura conforme a região.

Dúvidas frequentes

Perguntas que decidem a contratação

Vale mais a pena individual ou empresarial (MEI)?

Na maioria dos casos o empresarial sai mais barato. No mesmo perfil de 35 anos em São Paulo, um individual fica na faixa de R$ 600 a R$ 1.200, enquanto MEI/PME fica entre R$ 180 e R$ 450. A diferença não é só preço: o reajuste do coletivo é negociado, então é preciso olhar os dois lados.

Posso trocar de plano sem perder a carência?

Sim, em alguns casos. Existe a portabilidade de carências regulada pela ANS: cumprindo os requisitos (tempo no plano atual, contrato ativo e compatibilidade de cobertura), a nova operadora pode aproveitar as carências já cumpridas. As regras mudam por operadora e por produto, por isso analisamos caso a caso.

Qual a diferença entre individual e coletivo por adesão?

O individual é contratado direto pela pessoa física e tem reajuste limitado pela ANS. O coletivo por adesão é contratado através de entidade de classe: preço menor, mas exige manter o vínculo e não tem teto de reajuste definido pela ANS.

O que é coparticipação e quando compensa?

Na coparticipação você paga um valor ou percentual a cada consulta, exame ou internação. A mensalidade é menor, mas o custo real depende de quanto você usa. Para quem vai ao médico com frequência, sem coparticipação costuma compensar.

Quem tem 49 anos ou mais consegue contratar?

Sim, mas é a faixa com maior peso no valor e com mais restrição de produto. Existem operadoras especializadas nesse público, com regras próprias de reajuste. A diferença entre as opções é maior nessa idade.

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