Plano de saúde corporativo
Para empresas a partir de 30 vidas: gestão de benefícios, rede nacional e negociação por volume.
O que muda a partir de 30 vidas
Acima de 30 vidas o contrato deixa de ser PME e entra em outra faixa de negociação. A operadora passa a tratar a empresa como conta corporativa, o que abre espaço para:
- Preço por vida menor, porque o risco é diluído no grupo;
- Rede ampliada, incluindo abrangência nacional;
- Condições de carência negociadas para novos entrantes;
- Gestão de utilização: relatórios de sinistralidade e programas de saúde.
Faixas de preço
Para o porte corporativo (30 a 99 vidas), a referência de mercado em 2026 é de R$ 350 a R$ 650 por vida/mês, com hospitalar completo e rede nacional. O valor final depende muito da composição etária do grupo: um time jovem custa menos que um com muitos dependentes acima de 50 anos.
O que avaliamos antes de propor
- Composição etária e número de dependentes;
- Sinistralidade atual, se a empresa já tem plano;
- Hospitais de referência que precisam ser mantidos;
- Histórico de reajuste dos últimos três anos;
- Regras de movimentação: inclusão, exclusão e demissão.
Coparticipação: o ponto de decisão
Em contratos corporativos a coparticipação é o principal instrumento de controle de custo. Ela reduz a mensalidade, mas transfere parte do custo de uso para o colaborador. A escolha entre com e sem coparticipação muda o orçamento em cerca de 20% a 30%.